domingo, 24 de abril de 2016

uma pausa para poesias...

Foto de Gileno Caldas Barboza.Meus pais Jaime e Helena, ele já falecido em 1999, ela com 93 anos mora em Santos SP
     Minhas primeiras poesias foram para minha mãe. Eu era seminarista em 1960, com 12 anos, e estudava no Seminário Diocesano São José, onde também estudou meu mano Guido, em 1961. Nessa época já me sobressaia nas Redações escolares,.
     Depois escrevi para minhas namoradas...
     Não tenho cópia de nenhuma delas.
     Com o advento da internet, publiquei várias poesias. Algumas foram salvas...


DO OUTRO LADO ESTÁS...


Do outro lado estás mude para o lado de cá conheça a vida...
por que te escondes por lá? Volte e veja o que há nesta brisa viaje no pensamento mas viva cada momento é preciso ver o sol e depois o luar tomar banho de mar curtir o tempovoe seu pensamento mas veja o que há ao seu redor procure tornar melhor a vida seja você o primeiro viaje o mundo inteiro mas não se esqueça de mim pois eu estou ao seu lado sou companheiro de quarto olhe ao menos pra mim... Eu quero apenas te mar cheirar teu corpo suar navegar nesse universo bonito veja eu quero apenas beijar sentir teu lábio apertar fazer você sorrir e te amar não corra não fuja de mim eu sou sempre assim sou feliz em te olhar só quero contigo estar e nada mais...



ONDE CHEGAMOS
.
Nessa altura dos acontecimentos,
Apesar de todo o transtorno sumário,
Da rodada de perguntas,...
Do vento,
Não sei se e é bom,
A ao ser interior que se expressa,
Que tem o medo do que pensa,
De uma dor que sente e implora.Que passe,
Ele está conectado,
Mas...
Quando o preço da vida sai pelas nuvens,
Para junto das alturas
E isso lhe será concedido,
O meu preço interno
De minha situação
Onde o controle está reabilitado,
independente
, é minha alegria.
É uma água
Identifico-me com a imagem da inspeção
Da nuvem
Da andorinha luxuriosa
A ver meu eu na diminuição. A razão do restante
Que é um interior de alguém
Que pensa em sua coisa interior
Na quantidade vasta que está sendo excitada.
Dentro de requisitar,
Meu este preço,
Que é você
De meu derramamento
Da estrada
Do esforço de toda a aquisição,
Dentro do que quero requisitar
Que o óleo claro
Vê um perfume no quero escrever,
Que está apagado dentro do fato
Requisitando no centro,
Esse faz o possível para poupar-me
Queda elasticidade da dor
A indicação da reorganização
Do centro deste país,
Na sensibilidade
Antes de fato e de requisitar
No interior da coisa,
De todo o abrigo
E da conferência
Da mão do intervalo do Indivíduo.
Está sendo uma luminosidade
Dentro de nós
Em mim
Você
Na criança
Dentro do que precisamos amar
O suficiente
Estas coisas que internamente nos está perseguindo
A coisa, na coisa.
E que escreve, era muitas vezes a coisa.
E raro pelo poder da força você quem conecta na confusão do pensamento,
Mas, isto é, calcular a média interna do olho que nos quebra.
Da mão
E mantêm uma coisa dentro da vida
Quando nós estamos por dentro do produto.
Isso mesmo, mas ele tem um segredo do uso.
Que o Protege
É classificado o que recebe,
Das peças e da resposta
Da média para trás.
O fato e aquele e não são para essa hora
Nos arredores de meu amor
No juramento bom no lugar
Dentro de meu centro
Na palavra
Das muitas coisas
Na emenda da palavra
De sua resistência ilimitada a excitação
Sua troca
Que dá suas mordidas
Ele cresce em meu último pensamento
Para possivelmente
A fim de amar o filhote que,
Esse pólo magnético por causa do retorno,
A adoração que eu tenho
É a possessão diligente e sincera
Amor que lhe atende
Que desgastam os sentimentos.
Quando colocamos para fora,
Pelo poder
Ratificado está.

CUIDADO COM O VENTO


cuiado com o vento...
Vento
Palavra
Internamente pago o preço, por seguir a...
rota do universo,

eu desabafei,
lavei minha alma com o amor
com um juramento fino
só o vento e as palavras sabem que eu te adoro
eu te amo
você. é mais que o infinito
todas as palavras não diriam o que sinto
mas
jogo-as ao vento
na esperança quem um dia retornem para mim
nem que seja num resumo
de um pequeno bilhete:
amor
Vento
Palavra
Internamente pago o preço, por seguir a
rota do universo,
eu desabafei,
lavei minha alma com o amor
com um juramento fino
só o vento e as palavras sabem que eu te adoro
eu te amo
você. é mais que o infinito
todas as palavras não diriam o que sinto
mas
jogo-as ao vento
na esperança quem um dia retornem para mim
nem que seja num resumo
de um pequeno bilhete:
amor
os ditados do povo revelam encabeçamentos principais e viajam ao
sabor do vento do jogo de palavras junto do pensamento
do meu interior
fazem que as palavras tenham muita emoção
trazendo do seu coração respostas
sobre essas palavras impressas pelo vento
e pelos ventos levadas
o vento forte do meu pensamento invade seu coração
Nada que você diga ou faça
é maior do que o meu amor
Postado por gileno caldas barboza


SE VOCE GOSTOU PEÇA MAIS OU VEJA NO GRUPO DO FACE

Poesias dos Caldas

Nenhum comentário:

Postar um comentário